Thursday, July 07, 2011
regabofe
A boa venda de Coentrão e a possível contratação de Garay não apagam as incursões erráticas no mercado, por parte de quem é responsável pelo clube.
Tuesday, June 21, 2011
Cadeira de sonho - ou a melhor notícia do defeso para o Benfica
Imagem emprestada pelo DC Futebol Clube
Thursday, June 16, 2011
Obrigado Nuno

Começo este texto pelo mais importante.
Obrigado Nuno, pelas 12 épocas, pelos 165 golos, mas sobretudo pelo exemplo de profissionalismo, fair-play (dentro e fora do campo) e benfiquismo.
Tal como tu, não discuto a opção técnica, discuto sim, e com veemência, a forma rasteira como todo o processo foi conduzido – algo que contrasta em absoluto com a idiossincrasia benfiquista.
O Sport Lisboa e Benfica é (pelo menos para alguns) também uma comunidade emocional, repleta de emoções, claro, que constituem, justamente, o lastro das vitórias, das derrotas, das conquistas, das taças, dos campeonatos, das ligas e de tudo que ao longo destes 107 anos, a instituição viveu. Quando este basilar alicerce do clube começa a ser beliscado, está aberta a porta para a descaracterização e degeneração do mesmo.
Alguns – os que aplaudem, ou pelo menos não se mostram incomodados com o sucedido – dirão que os outros –, os que, como eu, criticam a situação – são histéricos, que referências sempre as houve, e muito maiores que as de agora, e acenam com os nomes de Eusébio, Torres e Colunas, e que estes ganharam mais; e fazem-no com a leviandade de ignorarem as abissais diferenças de contextos, entre outras imprudências argumentativas…e o mais irónico é que são depois estes mesmos adeptos que se excitam todos com a verborreia de um caxineiro qualquer, confundindo-a com benfiquismo e mística, para depois serem açoitados com a verdadeira crueza dos factos; são estes que depois choram pelo fim da mística, do amor á camisola e do inferno da Luz.
Eu cá, prefiro agradecer ao Nuno como já fiz no início, e lamentar, profundamente, a descaracterização progressiva do Sport Lisboa e Benfica.
Saturday, June 11, 2011
A companhia de circo que dirige o Benfica...
Comissões e outras patranhas?!Quarenta jogadores no plantel a 11 dias do início dos trabalhos?! Uma política de comunicação que envergonharia um clube como o Cultural da Pontinha (que por sinal até possui uma política)?! Aírton emprestado?! Sídnei emprestado?! Um camião de novos jogadores numa reedição da fabulosa política que imperou a partir de meados de 90?! Afinal qual o papel de Rui Costa, o ex-timoneiro de todo o futebol do Benfica, que num ápice passou a "estar em fase de aprendizagem", e que agora é responsável pelo insucesso da época passada, e que, também agora se lhe reconhece que poderia, afinal, ter trabalhado mais em prol do Benfica!!?? Vieira delegará menos?! Isto então é algo de aterrador...Mas será que ninguém acaba com isto?!
O segundo lugar no campeonato (e este vai dar muito trabalho pois espera-se um Sporting fortalecido), e mais uma taça da liga (se o F.C. Porto continuar a olhar de soslaio para esta imberbe competição) é o máximo a que o Benfica pode aspirar para a próxima época! Esta é a dura, triste, mas óbvia realidade.
Wednesday, May 11, 2011
Liderança esclarecida...
Jogadores como Sretenovic (o futuro Maldini), enquadram-se no potencial perfil de jogador a ser contratado, e agregado à já extensa lista de aquisições para a próxima época. Para o ano as expectativas são grandes e legítimas, até porque a conquista da taça da liga não implica grandes festejos...
Friday, May 06, 2011
Dúvida
Thursday, May 05, 2011
As maiores responsabilidades
As causas de uma das piores épocas de sempre do Sport Lisboa e Benfica são diversas, e distribuem-se por uma mão cheia de respectivos responsáveis. Assim a quente, e de repente, ocorrem-me duas. A parca flexibilidade táctica de Jorge Jesus, exímio na definição de um modelo que se revele profícuo e atractivo, mas sem capacidade para reagir a tempo no decurso dos jogos, quando estes não lhe correm de feição. A insistência na repetição do sistema táctico da época passada, sem ter todos os ingredientes necessários para que o mesmo seja bem sucedido. O permanente despovoamento do meio campo do Benfica – inexplicável, sobretudo, em jogos em que a equipa está em vantagem – foi sempre, ao longo de toda a época, um convite pleno às estocadas dos adversários, tendo dado até para humilhantes goleadas sofridas, já para não falar na medíocre fase de grupos na Liga dos Campeões - aquela que era para ganhar! Isto é tudo verdade, no entanto, como pano de fundo deste aspecto encontra-se um modelo de política e gestão desportiva que é totalmente desadequado para um clube com a dimensão do Benfica. E esse é da inteira responsabilidade de um indivíduo que de futebol percebe tanto, como eu percebo de física quântica. O presidente que antecipa eleições e blinda os estatutos do clube para que se perpetue, sem fim à vista, o seu inefável mandato, andou a passear-se pelo Brasil nesta altura tão crucial da época, provavelmente a desenvolver mais umas quantas negociatas à conta do Benfica. Este mandato que ele apelidou de desportivo, tem sido um enorme equívoco, e, acima de tudo, um verdadeiro manual de amadorismo. Momentos chave? São mais que muitos, e não me apetece escrever o maior post deste blogue hoje. Mas, também de repente, lembro-me da despromoção do Director desportivo em pleno programa televisivo na época passada e a transferência total de funções e responsabilidades para o treinador, ou seja, a carta branca total dada a Jorge Jesus no que respeita à política desportiva do clube - uma política que contempla um plantel com 6 avançados e um defesa direito! Uma coisa que não deve acontecer em nenhum clube profissional, quanto mais num clube com a dimensão do Benfica. Mas quando 90% dos sócios não consegue compreender isto, não se pode esperar que ainda vejam mais além…
Nota: imagem tirada do Eternobenfica.blogspot
Wednesday, May 04, 2011
Histórias ibéricas cruzadas
Nos últimos tempos parece estar muito em voga lá para os lados de Madrid, a choradeira e lamechice – algo que choca profundamente com os genes senhoriais do clube madrileno. Se o jogo de ontem até mostrou uma objectiva razão de queixa para os merengues, também teve o condão de mostrar que com uma abordagem menos acobardada na primeira-mão, talvez fosse possível à equipa de Mourinho discutir a eliminatória. O queixume de Mourinho já cheira mal, bem como as críticas disparatadas que endereçou ao seu colega de profissão Pep Guardiola, até porque os pesos e medidas são sempre inquinado para o seu lado. Lembremo-nos dos quartos-de-final de 2003/2004, em Old Trafford, quando o árbitro anulou um golo “limpinho” a Scholes, que daria o 2-0 no jogo e posicionaria muito bem o clube inglês na passagem à fase seguinte…não, nessa altura, não foi a UNICEF, foram outras marcas, mais relacionadas com o gourmet e outros aperitivos, quiçá aquelas que fazem notícia em Espanha por estes dias.
Wednesday, March 09, 2011
Deixá-los definhar
O Benfica devia equacionar, seriamente, a possibilidade de abandonar este país que não o merece. Logo o Benfica que em tempos foi o elemento galvanizador de um país que perecia orgulhosamente só à beira-mar plantado. O Benfica que sustenta há vários anos este miserável futebol que por cá se vai fingindo jogar nos relvados. Este Benfica que é corrido a cânticos insultuosos pejados de ódio, a bolas de golfe e outros objectos, pelos vários campos do país, deveria abandonar toda esta malha de inveja e trapaça até que ela caminhe para o seu incontornável definhamento.
Neste país, onde a trapaça é rainha – no futebol e no resto, onde os batoteiros são bajulados e elogiados, é uma cretinice pensar em qualquer forma de competição sustentada em outros métodos.
Os tostões que o Benfica recebe de uma indústria, também ela comprometida com a batota, não correspondem, nem de perto nem de longe, às multidões que o clube empresta às bancadas dos recintos do país.
Por tudo isto e mais alguma coisa, que o Benfica vá para a liga espanhola, o que constituirá, na verdade, o maior interesse que os espanhóis terão para a criação de uma liga ibérica que tem andado por aí a ser cogitada.
Sunday, March 06, 2011
pequenez
É absolutamente incompreensível, o ódio que destilou hoje das bancadas daquele campo a que chamam de pedreira. Não sei se foi futurologia, mas, de facto, o epíteto até se adequa em função da quantidade de objectos que foram cuspidos pelos energúmenos que por lá passaram esta noite. É um clube rasteiro, gerido por gente rasteira e com uma equipa técnica e jogadores também rasteiros. Aquelas gentes nas bancadas, outrora benfiquistas e sportinguistas assumidos, que nos últimos anos se aperceberam que a cidade que habitam até tem um clube, vivem num permanente estado de frustração decorrente do facto de viverem paredes-meias com uma cidade que, essa sim, tem um clube a sério e que tem adeptos a sério desde a sua fundação. Depois da época risível que o dito clube da pedreira tem feito, juntou-lhe hoje esta vitória, ainda por cima adulterada, e a forma como a festejou, para mostrar ao país a sua ridícula pequenez.
Tuesday, February 22, 2011
Breves do Sporting e do Benfica
Todas e quaisquer dúvidas que ainda pudessem existir na cabeça de alguns sportinguistas relativamente à realidade do seu clube (tendo, sempre, como referência o Benfica), terão ficado dissipadas no jogo de ontem à noite. Para a maioria dos adeptos leoninos, uma vitória ontem seria a salvação da época. Colocar definitivamente um ponto final nas aspirações benfiquistas de vencer a liga, proporcionaria à nação verde e branca, um real momento de glória, mesmo encontrando-se essa nação mergulhada numa das maiores crises da sua existência.
Este choque com a realidade que está a assolar Alvalade, foi sendo adiado ao longo dos anos pela competência de um treinador, que também muitos daqueles que ontem quiseram imitar os terroristas das bolas de golf, e que acabaram a ser sovados por bastões, decidiram vaiar inúmeras vezes. Como esse próprio treinador afirmou após abandonar o clube, a sua prolongada permanência no cargo deveu-se, exclusivamente ao facto de ter ficado à frente do Benfica na classificação. Penso que esta asseveração é reveladora quanto à principal patologia sportinguista…
Relativamente ao Benfica, as imagens da última, quase vintena de jogos seria suficiente para calar os mais cépticos. Mas não. O ano passado, a meio da época, ainda havia uns quantos analistas que, estóicos, continuavam a ter visões apocalípticas sobre o momento da derrocada encarnada. Derrotados pelas evidências, mas não totalmente convencidos, este ano, após a entrada em falso – condimentada com algumas indecorosas arbitragens – do Benfica, deu-lhes a apetecida e ansiada represália. As capas do Jornal A Bola, foram do mais eloquentemente cáusticas que se possa imaginar, sobretudo no tratamento a Jorge Jesus. Agora, muitos estarão novamente a engolir o sapo.
Jorge Jesus demorou a acertar o passo. Não ficou isento de algumas críticas (inclusivamente por aqui), mas está a demonstrar à saciedade que é, de facto, de uma competência inatacável. Soube reconhecer alguns erros, e teve a paciência necessária para, em certa medida, com a mesma filosofia e algumas nuances ao modelo da época passada, devolver o futebol de nota artística elevada ao clube.
Importa também reconhecer a importância que teve a estrutura directiva para, no momento certo, saber defender e apoiar a equipa técnica. Também Luís Filipe Vieira soube aprender com erros do passado.
Thursday, February 17, 2011
Chamar os bois pelos nomes
Santiago Segurola, Director adjunto do jornal Marca, em entrevista de leitores
No país vizinho, pela voz de um dos seus mais conceituados jornalistas desportivos, advoga-se a necessidade de existir uma maior vigilância por parte dos diversos agentes do futebol relativamente ao funcionamento do mesmo, chamando-se, objectivamente, os bois pelos seus nomes. Já por cá, persiste essa condescendência, muitas vezes a roçar a subserviência, para com quem corrompe, vicia e aldraba. Esta sim, uma verdadeira ironia.
Thursday, February 03, 2011
Breves do clássico
Esta vitória do SL Benfica num campo tradicionalmente adverso tem muitos prismas de análise. Desde logo, a velha lengalenga das supostas invenções dos treinadores. Ontem, Jesus inventou Peixoto (grande risco sendo o jogador, como o próprio admitiu, o patinho feio do plantel) em detrimento de Aimar, mudando também a estrutura posicional da equipa, sobretudo para os momentos em que não teria bola. Se tem corrido mal, hoje o treinador do Benfica estaria a ver o seu nome ser inundado de impropérios oriundos de todos os quadrantes. Como correu bem, os epítetos vão de mestre a génio, e por aí fora… Sobre a indiscutível vitória do Benfica, não há muito a dizer. Urge, no entanto, destacar algumas exibições individuais, não olvidando o facto da exibição e resultado se ter alicerçado, fundamentalmente, na organização colectiva e atitude de toda a equipa.
Sidnei: Enormíssima exibição, e já não é a primeira vez que denota este patamar de excelência naquele campo – fê-lo em 08-09, no empate a um golo. Também nessa noite, enfiou o – nessa altura, ainda mais circense – Hulk no “bolso”. Sidnei é a maior garantia de que David Luiz, não obstante ter sido transferido abaixo da cláusula de rescisão, acabou por ser bem vendido.
Fábio Coentrão: Está nos dois golos. Uma locomotiva que Paulo Baptista decidiu, pateticamente, retirar do espectáculo.
Javi Garcia: Muito provavelmente a próxima grande venda do Benfica (não contando com Coentrão, que segundo consta, já estará encaminhado para Madrid).
Luisão: O costume. A segurança absoluta. Este sim, se saísse, seria muito complicado suprir a sua falta.
Saviola: A par de Aimar, dos maiores luxos que o depauperado futebol luso poderia ter.
Monday, January 31, 2011
Breves do mercado
Kléber seria um excelente substituto, mas esse já tem guia de marcha para o clube que servia de exemplo ao presidente que fugiu…
O definhamento do clube leonino chega a ser comovente…
Servirá, porventura, de consolo aos adeptos sportinguistas, o facto de não estarem sós no que respeita a tendências ruinosas. Lá por fora, o Liverpool parece estar em vias de ceder Fernando Torres ao Chelsea. Para já, está confirmada a aquisição de Andy Carrol ao Newcastle. O problema é que comparar o poste que tem marcado uns golitos para os magpies com El niño, é o mesmo que comparar patê de sardinha com caviar.
O Atlético de Madrid de Quique Flores também não se endireita desde que perdeu Simão Sabrosa para o magalómano projecto do Besiktas. O treinador também não dá grande ajuda quando se lembra de colocar um recém-contratado Elias – um dos melhores médios-centro brasileiros da actualidade – a jogar a extremo-esquerdo, ou defesa-direito…
Outra notícia, mais ou menos curiosa, é a saída de Carlos Freitas do Panathinaikos. Embora neste caso o que suscita maior interesse é estarmos perante mais um desaire de Jesualdo Ferreira – o segundo em cinco meses, o que só vem provar que, de facto, no clube portuense são as estruturas que mais ordenam, as legais e as outras…
Wednesday, January 26, 2011
Thursday, January 20, 2011
SSC Napoli: O despertar de um vulcão?

A glória da década de 80, em que o clube bateu o pé aos todo-poderosos do Norte, não será fácil de repetir, no entanto o clube azzurri, ostenta esta época uma equipa bastante interessante e que se encontra, para já, a discutir o título, posicionado na segunda posição da liga.
O mentor deste projecto dá pelo nome de Walter Mazzarri, e esta época tem sido a continuidade da época transacta, a qual desembocou numa posição europeia na tabela classificativa. A sua passagem em 2007/2008 e 2008/2009 na Sampdoria também já tinha dado boas indicações.
Desde logo, há que destacar uma particularidade técnico-táctica de Mazzarri: a sua preferência por sistemas de três centrais – foi assim em Génova, tem sido assim na cidade napolitana.
Paolo Cannavaro e Campagnaro têm, habitualmente, presença garatinda no eixo defensivo, sendo que a terceira posição tem vindo a ser ocupada alternadamente por Aronica e Grava. No meio-campo, ao centro, dois médios de contenção: Pazienza e Gargano (o benfiquista Yebda tem sido a alternativa mais recorrente); nos corredores laterais, dois alas “carrilleros”: Dossena na esquerda e Maggio na direita. No ataque reside a alma da equipa com o criativo Marek Hamsik, a alternar o seu posicionamento entre o corredor direito e o centro – o que faz oscilar o sistema entre o 3-4-3 e o 3-4-1-2 –, o velocíssimo e desequilibrador Ezequiel Lavezzi e o goleador Edinson Cavani (para já, melhor goleador do campeonato com 13 golos).
A equipa de Mazzarri, sobretudo quando joga em casa, costuma apresentar-se muito pressionante, compacta e sempre com a exploração da velocidade de Lavezzi – uma das suas maiores armas.
A construção de jogo passa, invariavelmente, pelos pés do eslovaco Hamsik, que, não raras vezes, costuma recuar no terreno para dar início a esse processo.
A única dúvida que resta relativamente às eventuais possibilidades de repetir as façanhas da década de 80, relaciona-se com a eventual falta de “banco” que o plantel napolitano tem, comparativamente com os colossos de Milão.
Thursday, December 30, 2010
Monday, December 06, 2010
Fluminense campeão brasileiro



